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quarta-feira, 8 de outubro de 2008

O nervosismo antes do casamento.

Parece que é normal ficar nervoso antes do casamento, né?

Eu já estou neurótico desde o dia do pedido, mas a Fá sempre esteve muito calma.

Começamos a planejar as coisas, eu continuei neurótico e até comecei a escrever o blog e ela, super calma.

Orçamento pra lá, orçamento pra cá e nada de e acalmar, em compensação a Fá continuava serena.

Começamos a fechar algumas coisas e o pior, começamos a pagar. Eu não estáva mais neurótico, eu estava insuportável, mas a Fá.... Ah a Fá, a calma em pessoa.

Essa calma da Fá foi me tranquilizando, a gente conversa bastante e pouco a pouco fui me acalmando.

Hoje cheguei no topo de minha calma, nunca estive tão calmo na minha vida. E a Fá?
Me ligou desesperada, querendo saber se a casa vai estar lá no dia do nosso casamento, se o padre não vai esquecer de celebrar a nossa união, se os fotógrafos não vão dar o cano, se vai ter comida suficiente para todos e/ou se vai ter alguém rouco no coral.

Pelamor, ela passou 3 meses me acalmando só pra poder ficar neurótica? Só pode ser pegadinha do Mallandro, Rá!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

E fomos na Expo Noivas.

Demos um pulo na Expo Noivas 2008, um evento interessante. Tem muita coisa boa lá, mas também tem muita coisa ruim. Achei que morreria de comer nas degustações, mas a nossa salvação foram os crepes, que compramos, é claro.

Experimentei um bem-casadinho que tinha lá, destestei. O negócio tinha gosto de gemada.

Claro que fomos só para olhar, xeretar e não fechar nada. Mas me encantei com uma empresa de foto e vídeo que tinha lá.

Poxa, eu sou fotógrafo, poderia escalar uns amigos que são excelentes fotógrafos de casamento, outros que fazem vídeos fenomenais e ainda por cima conseguir um putadum desconto. Mas nãããããããããão, tinha que me encantar com o trabalho desses caras.

Fizemos um orçamento lá. Não era nada barato, ou melhor, era caro. Enquanto conversávamos, um cara veio me oferecer uma taça de Lambrusco, aceitei.

Choramos, pedimos desconto, incluímos algumas coisas, choramos mais um pouco, o cara ia enchendo a taça com o vinho espumante e depois de 4 taças, PUMBA! Fechamos. O preço? Continuou caro, mas era exatamete aquilo que nós procurávamos. Ficamos muito mais pobres, mas saimos de lá felizes. E eu, saí de lá meio bêbado.

Conseguimos também dar uma olhada em convites, mas nada nos agradou e em empresa de bartenders. Das 3 empresas que entramos, apenas 1 me serviu uns drinks (alcoólicos é claro) para degustação, além de fazer um orçamento na hora. As outras eu achei com cara de caça emails para divulgar o serviço mais tarde, pois pediram nome, email, quantidade de convidados e só! Uma pena.

Senti falta de uma mapa de localização, pois por várias vezes nos pegamos passando pelo mesmo lugar. Mas no final das contas, eu gostei.

Ficamos pouco tempo por lá, mas o suficiente para eu sair embriagado e transformar a Fá na Amiga da Rodada, pois foi ela que voltou pra casa dirigindo.